terça-feira, 30 de julho de 2013

Evangélica é expulsa por recusar usar chip



Aos 15 anos de idade, a evangélica Andrea Hernandez está no centro de um debate nos Estados Unidos sobre segurança e liberdade de expressão. Ela foi expulsa no final de 2012 da escola de ensino médio John Jay, em San Antonio, Texas, porque não aceitou receber o que chama de “marca da besta”.
Trata-se de um microchip de rastreamento que faz parte dos novos crachás de identificação dos alunos. Ele serve para indicar a localização dos alunos durante o tempo que eles permanecem na escola. Através de dispositivos de leitura ‘escondidos’ em lugares como portas, paredes, telas e pisos da escola, as informações contidas nos chips RFID são lidas. Andrea acredita que isso é uma ofensa à sua fé cristã, pois seria uma forma de monitoramento que lembra o controle mundial previsto no Livro de Apocalipse.
Sua postura gerou um grande debate depois que recebeu atenção da mídia. De um lado, a escola assegura que é uma medida de segurança para os alunos. Por outro, muitos evangélicos da cidade apoiaram a adolescente, exigindo que lhe seja garantido o direito de expressão e de religião.
Uma batalha judicial está sendo travada no tribunal do Texas e a primeira vitória de Andrea já ocorreu. De maneira preventiva, a escola decidiu interromper o “programa de monitoramento de estudantes” até a decisão legal definitiva. O projeto de San Antonio era um piloto que deveria ser expandido para todas as escolas do Texas num futuro próximo. 

De acordo com funcionários da escola, a repercussão do caso de Andrea motivou outros alunos a não quererem ser monitorados pela escola. O Instituto Rutherford está defendendo a família Hernandez, que exige que a filha seja readmitida e possa concluir seus estudos.

Os primeiros 4.200 estudantes das escolas John Jay High School e Jones Middle School foram obrigados a usar o chamado “SmartID”, um crachá com chip RFID (Identificação por Radio-Frequência). Essa tecnologia faz com que o chip envie sinais para um receptor que indica a localização da pessoa dentro da escola, controla a presença nas aulas e dá acesso à biblioteca.

Quando Andrea pediu que seu crachá não tivesse esse chip, a escola a alertou que haveria sérias consequências se ela se negasse. Por ser cristã, ela temia que esse seria o primeiro passo para a “marca da besta” e alegou seu direito à liberdade religiosa. Não foi ouvida e posteriormente expulsa.

Os advogados do Instituto Rutherford, especializado em defender questões de fé nos EUA, alegaram a violação de direitos segundo a Constituição norte-americana. Recentemente, o juiz distrital deu ganho de causa a Andrea, mas o tribunal de apelações do Distrito de San Antonio não aceitou o argumento religioso e deu ganho à escola.

Apoiado por membros de diversas igrejas da cidade, Andrea disse que continuará lutando pelo seu direito de não ser monitorada.

Os RFID estão disponíveis no mercado com opções subcutâneas. Já são usados em larga escala, por exemplo, para o rastreamento de animais de estimação. Recentemente, um programa parecido com esse tipo de chip RFID colocado sob a pele foi testado em soldados do exército americano. Porém, também sofreu críticas e foi interrompido. Há propostas nos EUA de que chips desse tipo sejamusados na área da saúde. Eles conteriam o histórico de saúde dos pacientes e poderiam facilitar os atendimentos em hospitais e clínicas. Na Arábia Saudita, eles já são usados para controle nos aeroportos.

No Brasil, o uso desses chips está previsto no Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos, criado em 2006 e que tem como objetivo fiscalizar o tráfego em tempo real. A colocação compulsória em automóveis deve iniciar em breve. Esse chip carrega várias informações: identificação da placa, categoria, espécie e tipo do veículo. Com isso, a polícia poderá identificar se existem problemas com a documentação do carro ou multas pendentes, por exemplo. Poderá ainda ser um substituto dos cartões de pedágios.
Há ainda quem deseje usá-lo para substituir todos os documentos: identidade, CPF, cartões de banco e de crédito etc.



segunda-feira, 29 de julho de 2013

Atriz pornográfica entrega sua vida a Deus


afirma: “Obrigado, Jesus! Eu o encontrei, estou em casa!”

Considerada uma das principais estrelas da indústria pornô, a atriz Jenna Presley já participou de mais de 275 filmes pornográficos. Envolvida nesse meio, a atriz de 26, cujo nome verdadeiro é Brittni Ruiz vendeu seu corpo na prostituição, sofreu com o uso de drogas até mesmo tentou se matar. Mas agora Ruiz entregou sua vida a Deus e afirma ter encontrado sua verdadeira vocação na vida.
- Obrigado, Jesus! Eu o encontrei, estou em casa! – declarou, anunciando ter se tornado uma cristã, nascida de novo.
- Foi uma longa jornada de sete anos de pornografia, prostituição, stripping, drogas, álcool e várias tentativas de suicídio fracassadas – completou, falando sobre sua vida passada.
A ex-atriz começou sua carreira aos 15 anos, como dançarina no México. Aos 18 anos, enquanto estava na faculdade, começou a atuar em filmes pornográficos, fazendo entre duas e três cenas por dia, com um pagamento de cerca de 900 dólares por cena.
Ela conta que nesse início fizeram com que ela se sentisse linda e amada, e que fez seu trabalho sem descanso, porque tinha uma aparência muito jovem. 
- Eu me senti tão amado naquele dia, porque fui colocada em cabelo e maquiagem. Me disseram que eu era linda. Eu estava indo para ser uma estrela – lembra, contando ainda que os produtores chegaram a vesti-la com roupas e tranças de crianças, o que ela hoje considera um absurdo.


Vereadora evangélica propõe a criação do Carnaval Gospel


Vereadora evangélica propõe a criação do Carnaval Gospel

A festa aconteceria no mesmo período de Carnaval e seria como uma alternativa de entretenimento para os religiosos da cidade.
A cidade de Fortaleza (CE) pode ganhar o Carnaval Gospel, isso se o projeto de lei 186/2013 for aprovado na Câmara e sancionado pelo prefeito Roberto Claudio. De autoria da vereadora Germana Soares (PHS) o projeto tem como objetivo destacar a música gospel que já é considerada como manifestação cultural.
“A ideia de promover o Carnaval Gospel de Fortaleza, a exemplo do que já acontece em cidades como o Rio de Janeiro, Londrina, Olinda e Ouro Preto, é oferecer aos cidadãos fortalezenses uma festa de cunho popular diferente, em meio às comemorações do período de carnaval”, disse a autora do projeto.
O PL 186/2013 já começou a tramitar na Câmara e encontra-se na Comissão de Legislação esperando um parecer do vereador Benigno Júnior (PSC) que é o relator do projeto.
Se for aprovado o Carnaval Gospel será realizado todos os anos na mesma época do Carnaval e deverá ter desfiles de rua, comemorações em locais públicos e a participação de artistas locais e de outros estados.
Germana Soares é evangélica e atua em causas humanistas como é o caso da luta contra a violência doméstica, há muitas propostas sobre o tema já apresentada pela vereadora que já usou a tribuna para se manifestar em favor da defesa das crenças pessoas dos políticos.
Em abril, diante das polêmicas envolvendo o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a vereadora cearense falou que não concordava com tudo o que o parlamentar falava, mas que assim como ela, ele tinha o direito de manifestar suas crenças.

“Nós temos o direitos de defender aquilo que acreditamos, não fomos nomeados e nem indicados por ninguém, represento o povo que me elegeu. Acredito na família e nos valores cristãos, será que estou errada por pensar diferente, será que sou homofóbica?”, disse ela na ocasião.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Grupos promovem beijaço e mostram seios contra visita do Papa


Grupos promovem beijaço e mostram seios contra visita do Papa
Ao menos três grupos se reuniram no Largo do Machado, Zona Sul do Rio, para protestar contra a visita do Papa na tarde desta segunda-feira (22). Atrizes independentes e do grupo "Tá na Rua" fizeram intervenções contra investimentos públicos na visita do Papa e também criticaram o que classificam como opressão da Igreja Católica sobre temas como prazer e sexualidade.

No mesmo ponto, também estiveram concentrados manifestantes do PSTU e PCdoB, além de um grupo de estudantes da UFRJ.
As ativistas do movimento em defesa do direito dos homossexuais chegaram a ficar, em alguns momentos, com os seios de fora. Com instrumentos de percussão, elas encenaram um ato crítico à catequização dos índios e pediram um estado laico

Elas confessaram pecados em público, ironizando posicionamentos da Igreja para temos como uso de pílula, camisinha e sexo homossexual. Mais tarde, grupos LGBTs também ficaram seminus em frente à Igreja Nossa Senhora da Glória e promoveram beijaços.  
"A gente questiona por que um estado que se diz laico gasta 161 milhões para vinda de um líder religioso e recusa dogmas da Igreja Católica, como o de dizer que o corpo é pecado", afirma Maiara Maia.  
O manifestante João Pedro Accioly, de 19 anos, um dos organizadores do "Beijaço LGBT" e criador do evento no Facebook, conta que o objetivo é questionar a influência da Igreja Católica no estado.

Para ele, questões como a legalização do aborto e direitos dos homossexuais são pouco discutidas por pressão de setores conservadores e religiosos. "Enquanto beijar for uma ofensa, os protestos serão necessários", disse João Pedro.

No começo da noite, a multidão de manifestantes que estava reunida no Largo do Machado caminhou pacificamente pela Rua 

Ecumenismo, avanço ou uma ameaça à igreja?


Ecumenismo, avanço ou uma ameaça à igreja?

Está na moda o diálogo inter-religioso. Vivemos a época do inclusivismo, fruto da ideia pós-moderna, que não existe verdade absoluta. Muitos pastores, em nome do amor, sacrificam a verdade e caem nessa teia perigosa do ecumenismo. Precisamos afirmar que não existe unidade espiritual fora da verdade, assim como luz e trevas não podem coexistir. Não podemos ser um com aqueles que negam a salvação pela graça de Cristo Jesus. Não é um ato de amor deixar que aqueles que andam pelo caminho largo da condenação sigam “em paz” por esse caminho de morte. Esse falso amor tem cheiro de morte. Essa atitude de dar as mãos a todas as religiões, numa espécie de convivência harmoniosa, acreditando que toda religião é boa e leva a Deus é uma falácia. Toda religião é vã a não ser que pregue a Cristo, e este crucificado. Toda religião afasta o homem de Deus, a não ser que anuncie Jesus Cristo como o único caminho para Deus! Vamos deixar esse discurso falacioso de amor a todos, e vamos amar de verdade às pessoas, de todas as religiões, pregando a elas, com senso de urgência, o evangelho que exige arrependimento e fé e oferece vida eterna.
Obviamente, a união de todas as religiões e de todas as crenças não é um avanço, mas uma ameaça à igreja de Cristo. O que está por trás dessa tentativa de unir todas as crenças é a heresia de que toda religião é boa e todo o caminho leva a Deus. O ecumenismo, o diálogo inter-religioso e a fraternidade com todos os credos é um engano fatal. É um falso entendimento do que Jesus ensinou sobre a unidade espiritual da igreja. Não há unidade espiritual fora do evangelho de Cristo. O argumento de que Jesus acolheu publicanos e pecadores e por isso devemos receber todos os credos é uma falsa interpretação do texto bíblico. O amor não é um substituto da verdade. Todos são convidados a vir a Cristo, mas de todos é exigido arrependimento e fé.


É preciso alertar, ainda, que essa frouxidão doutrinária do liberalismo desemboca na relativização moral. O entendimento pós-moderno é que cada um tem sua própria verdade. A verdade deixou de ser objetiva para ser subjetiva. Com isso, assistimos, estarrecidos, não apenas um ataque aos valores morais, mas uma inversão dos valores morais. O profeta Isaías já havia denunciado essa atitude: “Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo!” (Is 5.20). É isso que estamos vendo na mídia todos os dias. Faz-se apologia do aborto, do adultério, do homossexualismo, da violência e da mentira. Porque uma ideia falsa foi plantada no passado, estamos fazendo uma colheita desditosa no presente. A igreja de Cristo precisa estar firme contra todas essas ondas de engano e permanecer inabalável no cumprimento de sua vocação de levar o evangelho a toda criatura, em todo o mundo.

5 motivos para não gostar de show gospel


show gospel Eu não curto show gospel. O chamado entretenimento evangélico não é a minha praia. Não creio na mistura sacro-profana entre artistas gospel  e adoração.
Isto posto,  gostaria de elencar pelo menos 05 motivos porque que não curto os eventos gospel:

1- Shows gospel são ensimesmados, antropocêntricos e não visam a glória de Deus.
2- Shows gospel focam exclusivamente em três pontos, entretenimento, mercado fonográfico e enriquecimento de alguns.  
3- A Igreja não foi chamada por Cristo para promover entretenimento. Charles Spurgeon, um dos maiores pregadores de todos os tempos, afirmou há quase 150 anos, que o adversário das nossas almas tem agido como o fermento, levedando toda a massa. Segundo o príncipe dos pregadores o diabo criou algo mais perspicaz do que sugerir à Igreja que parte de sua missão é prover entretenimento para as pessoas, com vistas a ganhá-las. Spurgeon afirmou que a igreja de Cristo não tinha por obrigação promover entretenimento àqueles que a igreja visitava. Antes pelo contrário, o Evangelho com todas as suas implicações precisava ser pregado de forma simples e objetiva.
4- Em eventos deste nipe, jovens se reúnem com o propósito exclusivo de se divertir. Para tanto, usam do nome de Deus, fazendo do Criador um tipo de animador onde o que importa no final é a satisfação pessoal. Diante disto, não tenho a menor dúvida que os que agem desta maneira desobedecem escancaradamente ao sétimo mandamento, que é tomar o nome do Senhor nosso Deus em vão. Isto afirmo pelo fato de que as estruturas criadas para alegria de nossos jovens não visam a glória de Deus e sim a satisfação humana. Na verdade os eventos gospel usam o nome de Deus de forma interesseira e egoísta, fazendo dele o protagonista de nossas diversões pessoais.   
5- Os shows gospel são fomentadores (ainda que em alguns casos indiretamente) da mais triste idolatria. Sei por exemplo de cantores que possuem fãs clubes, e que são tratados por seus "seguidores" como ídolos dignos de todo tipo de veneração.


Malafaia comenta sobre os gays



Malafaia comenta o protesto do ativismo gay no RJ: "Uma vergonha"
"Quem não respeita os valores dos outros, não tem autoridade para pedir que os outros respeitem seus valores", escreve o pastor .

Com a chegada do Papa ao Brasil, aproximadamente 200 manifestantes e ativistas gays protestaram no Rio de Janeiro.
Alguns deles organizaram um 'beijaço' na escadaria da Igreja de Nossa Senhora da Glória, no Largo do Machado, Zona Sul do Rio de Janeiro, o que indignou alguns peregrinos. 
O pastor Silas Malafaia publicou um comentário sobre o acontecido no site Verdade Gospel. 
O líder evangélico critica, mais uma vez, a busca por privilégios dos ativistas gays. Confira: 
Há muito tempo que venho dizendo sobre a diferença entre ativistas gays e homossexuais. O segundo grupo quer viver apenas segundo a opção sexual que fizeram. O primeiro grupo quer ter privilégios e direitos acima de toda a coletividade social. Querem calar qualquer um que se opõe às suas práticas e objetivos, querem ter a liberdade para fazer o que bem entenderem, não respeitando os valores e princípios de ninguém. Eles clamam por direitos, mas o objetivo é cercear o direito dos outros e ter direitos para anarquizar, esculhambar, denegrir e enxovalhar quem quer que seja. 
É bom que a sociedade brasileira veja quem são os verdadeiros intolerantes. Vão para a porta de uma igreja católica nus e seminus para afrontar as pessoas religiosas com seus atos obscenos. É UMA VERGONHA! E a imprensa sectária e parcial não faz um comentário para desaprovar uma conduta ridícula como essa. 
Quem não respeita os valores dos outros, não tem autoridade para pedir que os outros respeitem seus valores!
A imprensa tem escondido o que nós já sabemos: já foram presos homossexuais dentro de igrejas se beijando, numa verdadeira afronta aos princípios constitucionais.