sábado, 6 de setembro de 2014

ARREBATAMENTO


1) - Todas às profecias já se cumpriram, faltando apenas algumas pessoas ainda serem salvas. Com referência à Marcos 13;10(evangelho pregado em todas às nações), considere que Paulo e Lucas, logo após a partida de Jesus aos Céus, pregaram o evangelho em toda à Ásia e parte da Europa (AT 19:10  "E durou isto por espaço de dois anos; de tal maneira que todos os que habitavam na Ásia ouviram a palavra do Senhor Jesus, assim judeus como gregos").    Conclusão: se Paulo conseguiu pregar em dois anos para toda à Ásia e parte da Europa, sem Rede de Rádio, Redes de Televisão Internacionais, Internet, Panfletos, considere que se ainda há quem não ouviu o Evangelho, ainda poderá ser evangelizado no espaço de uma semana ou menos, utilizando-se da tecnologia hoje existente. Não falta mais nada acontecer. Até o processo de paz entre Árabes e Judeus está cada vez mais distante, sinalizando segundo a bíblia, o arrebatamento da Igreja.
Somente o anti-cristo, promoverá a paz entre esses dois povos, no final dos 3 (três) anos e meio, que também assinalará o início das pragas sobre a terra.
2) - O Arrebatamento da Igreja, só será percebido, porque milhões de pessoas desaparecerão da face da terra (os salvos). Cristo não será visível nesse momento para os que aqui ficarem, pois essa ainda não é a Segunda Vinda de Cristo à terra e sim o evento do Arrebatamento da Igreja, que durará Sete anos (sete anos com Cristo, fora da terra). Somente verão à vinda de Jesus, os Salvos, que serão arrebatados (1TS 4:16) "Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro."     A Segunda Vinda de Cristo, só ocorrerá após sete anos de Arrebatada à Igreja (7 anos de governo diabólico na Terra).
3) - Após terem se passado 7 anos do Arrebatamento da Igreja por Jesus Cristo (primeiros 3 anos e meio de aparente paz e após 3 anos e meio de muita tribulação aqui na terra), ai sim ocorrerá a Segunda Vinda de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo à Terra. Nesse período de 7 anos, ainda haverá salvação pelo sangue de Cristo Jesus, conforme AP 7:14 "E eu disse-lhe: Senhor, tu sabes. E ele disse-me: Estes são os que vieram da grande tribulação, e lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro." O Espírito Santo, ainda estará na Terra e só não agirá contra o pecado, mas ainda promoverá a salvação (2TS 2:6,7) "E agora vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado. "Porque já o mistério da injustiçaopera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado;"   OBS.: como tenho recebido muitos e-mails questionando esse assunto, passo a explicar o seguinte sobre esse versículo: o Espírito Santo é o que detém e resiste a chegada do anti-cristo. Como a igreja está na terra e mais pessoas precisam ouvir a mensagem de Cristo, ele é impedido pela oração dos salvos (a Igreja é que resiste até que do meio seja tirado, arrebatado), que ainda lutam para mais almas serem salvas. Jesus Cristo e o Espírito Santo, intercedem por nós junto ao Deus pai. O Espírito Santo estará na terra (durante a tribulação) para cumprir a palavra que não muda "(João 16:8) convencerá o mundo do pecado, e da justiça e do juízo".
Todo o Olho o verá vir em grande glória. Haverá sobre Israel, uma Jerusalém Celestial, onde estarão os salvos, juntamente com Cristo, que nesse momento iniciará 1000 anos de governo sobre toda à Terra.O diabo será preso por 1000 anos (AP 20:2) "Ele prendeu o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e amarrou-o por mil anos." Nesse tempo, todos que estiverem na terra, conhecerão à Cristo e terão chance de salvação. Ainda haverá o livre arbítrio para os que sobreviveram da grande tribulação. Muita paz reinará sobre a terra.

O QUE É O PECADO?


O pecado é descrito na Bíblia como transgressão à lei de Deus (I João 3:4) e rebelião contra Deus (Deuteronômio 9:7; Josué 1:18). O pecado teve seu começo com Lúcifer, a “estrela brilhante, o filho da manhã”, o mais belo e poderoso dos anjos. Não satisfeito de ser tudo isto, ele desejou ser o Deus altíssimo e esta foi sua queda e o começo do pecado (Isaías 14:12-15). Renomeado Satanás, ele trouxe o pecado à raça humana no Jardim do Éden, onde ele tentou Adão e Eva com a mesma fascinação: “sereis como Deus”. Gênesis 3 descreve a rebelião de Adão e Eva contra Deus e contra Seus mandamentos. Desde este tempo, o pecado tem sido passado através de todas as gerações da espécie humana e nós, descendentes de Adão, herdamos dele o pecado. Romanos 5:12 nos diz que através de Adão, o pecado entrou no mundo e assim a morte veio a todos os homens, porque “o salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23).
Através de Adão, a inclinação inerente ao pecado entrou na raça humana e os seres humanos se tornaram pecadores por natureza. Quando Adão pecou, sua natureza interior foi transformada por seu pecado de rebelião, trazendo a ele morte espiritual e depravação, que seriam passadas a todos os seus descendentes. Os humanos se tornaram pecadores não porque tenham pecado, mas pecaram porque já eram pecadores. Esta é a condição conhecida como pecado herdado. Assim como herdamos características físicas de nossos pais, herdamos nossas naturezas pecaminosas de Adão. O Rei Davi lamentou sua condição de natureza humana decaída em Salmos 51:5: “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”
Um outro tipo de pecado é conhecido como pecado imputado. Usado em circunstâncias financeiras e legais, a palavra grega traduzida como “imputado” significa tomar algo que pertence a alguém e creditar em conta de outro. Antes de ser dada a Lei de Moisés, o pecado não era imputado ao homem, mesmo sendo os homens já pecadores por causa do pecado herdado. Depois de a Lei ter sido dada, os pecados cometidos em violação à Lei foram imputados (creditados) a eles (Romanos 5:13). Mesmo antes que as transgressões à lei fossem imputadas aos homens, a pena máxima para o pecado (morte) continuava a reinar (Romanos 5:14). Todos os humanos, de Adão a Moisés, foram sujeitos à morte, não por causa de seus atos pecaminosos contra a Lei mosaica (que eles ainda não tinham), mas por causa de sua própria natureza pecaminosa que havia sido herdada. Depois de Moisés, os humanos foram sujeitos à morte tanto por causa do pecado herdado de Adão como pelo pecado imputado por violar as leis de Deus.
Deus usou o princípio da imputação para o benefício da humanidade quando Ele imputou o pecado dos crentes a Jesus Cristo, que pagou a pena por estes pecados (morte) na cruz. Imputando nossos pecados a Jesus, Deus O tratou como se Ele fosse um pecador, apesar de não ser, e Ele o fez morrer pelos pecados de todos que algum dia Nele cressem. É importante compreender que o pecado foi a Ele imputado, mas Ele não o herdou de Adão. Ele carregou a pena pelo pecado, mas Ele nunca se tornou um pecador. Sua natureza pura e perfeita foi intocada pelo pecado. Ele foi tratado como se Ele fosse culpado de todos os pecados algum dia cometidos por todos que Nele cressem, apesar de não ter cometido nenhum. Em troca, Deus imputou a justiça de Cristo aos crentes e creditou nossa conta com Sua justiça da mesma forma como creditou nossos pecados em Sua conta (II Coríntios 5:21).


CONGRESSO E CRUZADA


sábado, 14 de junho de 2014

congresso de mocidade IEADMI

No dia 14 de junho de 2014, foi a abertura do congresso de Mocidade da igreja da Assembleia de Deus de missões  SÃO Miguel do Guamá, grande culto com louvores e adoração ao Senhor JESUS CRISTO.

domingo, 16 de março de 2014

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Malafaia: referência a santos e tietagem a cantores gospel é idolatria



Um dos pontos de maior embate entre cristãos protestantes e católicos se dá pela liturgia da igreja romana, que reverencia fiéis considerados santos, e que é entendida pelos cristãos da outra tradição como idolatria.
O pastor Silas Malafaia publicou texto em que analisa a questão e reforça o ponto de vista da tradição protestante sobre o assunto.
“O texto em Êxodo 20.4,5 é bastante enfático: ‘Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem’. Na época em que a Lei foi dada a Moisés, os israelitas haviam acabado de chegar ao Egito, uma terra cheia de ídolos. Cada deus representava um aspecto da vida, por isso era comum adorar diversos deuses para tentar alcançar o maior número de bênçãos”, disse o pastor, explicando o contexto da ordem dada aos hebreus.
Para Malafaia, “infelizmente, muitos católicos, sem o devido conhecimento das Escrituras e confiando apenas no que lhes é ensinado nas missas e catecismos católicos, ainda estão presos a essas crenças antibíblicas, confessando publicamente a sua fé no poder e ministério intercessor de Maria, por exemplo”, lamenta o pastor, que acrescenta: “Eles oram a ela e adoram-na, como se ela fosse a despenseira da graça divina, a estrela da manhã, o refúgio dos pecadores, atributos que pertencem exclusivamente a Cristo”.

A Assembleia de Deus já não é mais a mesma, diz José Wellington




O líder criticou a aceitação de usos e costumes que não fazem parte da denominação

Durante uma reunião com obreiros da Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (CONFRADESP) o pastor José Wellington Bezerra da Costa criticou a inclusão de usos e costumes que não fazem parte da doutrina da Assembleia de Deus.

“Nós estamos, paulatinamente, imitando e aceitando os costumes dos samaritanos”, disse ele. José Wellington lembrou a criação da Assembleia de Deus que é uma igreja avivada, não por mãos de homens, mas pelo Espírito Santo.

“Estamos caminhando para uma igualdade, já existe muitas coisas do costume dos samaritanos que nós já estamos aceitando. Há muita coisa entre nós que não é da Assembleia de Deus”, disse o líder.
José Wellington citou que essas influências estão deixando os cultos mais frios, sem a presença do Espírito Santo que cura e liberta as pessoas. 
O presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) também falou sobre as igrejas que não tocam mais hinos da harpa para tocar aqueles que fazem as pessoas baterem palma.
“Os samaritanos trouxeram alguns corinhos e muita ‘bateção’ de palma,  alguns conjuntos que começam o culto para animar… irmãos, culto não é programa de auditório”, disse.
Mulheres com cabelos curtos, enfeites de jóias, homens com cavanhaque, grupos de dança nas igrejas e outras coisas foram criticados por José Wellington que afirmou que a “Assembleia de Deus já não é mais a mesma”.