domingo, 30 de agosto de 2015

CANTORES HENRIQUE E PAULO CANTAM EM CONGESSO


         FOI NESSE FINAL DE SEMANA EM SÃO MIGUEL DO GUAMÁ NO CONGRESSO DE MISSÕES NA CONGREGAÇÃO MONTE DAS OLIVEIRAS.QUE OS CANTORES HENRIQUE E PAULO ESTIVERAM CANTANDO PRA GLÓRIA DE JESUS.
FOI GRANDE PODER DE DEUS COM DUAS ALMAS PRA JESUS.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Bancada evangélica quer “acabar” com o aborto


O deputado João Campos (PSDB-GO), recém eleito presidente da Frente Parlamentar Evangélica, estabeleceu a primeira meta para os políticos evangélicos na nova legislatura. Campos pretende mobilizar o colegiado na luta pela aprovação do Projeto de Lei (PL 487/07), o Estatuto do Nascituro, que defende a dignidade humana desde a concepção.
“Se aprovar o Estatuto do Nascituro, acabou o debate sobre o aborto”, justificou Campos. Se a bancada conseguir aprovar o projeto que estabelece proteção legal ao bebê em gestação e a embriões congelados, os demais projetos que tentam legalizar a prática serão arquivados.
Apelidado pejorativamente de “bolsa estrupo”, o projeto também estabelece assistência financeira para a gestante que tenham sido vítimas de estupro e que decidam levar sua gravidez adiante, ao invés de abortar.
João Campos voltou a presidência da Frente Parlamentar Evangélica na última terça-feira (24), após ter sido derrotado pelo deputado Paulo Freire (PR-SP) em 2013 quando tentava se reeleger pelo quarto ano consecutivo.
Como presidente da Bancada Evangélica, Campos conseguiu fazer com que a presidente Dilma vetasse a distribuição do “Kit Gay” pelo Ministério da Educação nas escolas públicas de todo o país em 2011.
Para barrar o kit o deputado reuniu três frentes conservadoras da Câmara dos Deputados, Frentes Evangélica, Católica e da Família, para discutir medidas que seriam tomadas para forçar o governo a alterar o material do chamado kit gay elaborado por ONGs a pedido do ministério da Educação.
Se o governo insistisse em manter o kit, os parlamentares bloqueariam a votação na Câmara e apoiariam a convocação do ministro da Casa Civil para dar explicações sobre denuncias.
Os parlamentares também cogitavam a saída do Ministro da Educação; a criação de uma CPI para apurar as denuncias de irregularidades no MEC; a obstrução de todas votações do plenário e também a convocação do ministro Fernando Haddad, na comissão de Educação e Cultura, para explicar as cartilhas sobre homofobia


Feliciano recusa acordo do PT para dividir comissão com Wyllys


    A tentativa do Partido dos Trabalhadores (PT) de superar o impasse com a bancada evangélica na disputa pelo comando da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara dos Deputados unindo Jean Wyllys (PSOL-RJ), principal defensor da agenda gay, e o pastor evangélico Marco Feliciano na vice presidência da comissão teve reação negativa entre os parlamentares evangélicos.
Feliciano recusou a tentativa de acordo proposta pelo PT, pois apesar de não haver problemas por parte do parlamentar, o regimento impossibilitava ele de integrar os principais cargos da comissão ao lado do PT, pois seu partido não integra o bloco do PT e por isso não poderia ocupar a vice presidência.“Regimentalmente não há possibilidade da composição desta mesa divulgada pela imprensa. Somente parlamentares do bloco do PT podem ser indicados para as vice-presidências. Nem eu nem o outro deputado portanto poderíamos nos candidatar a cargo algum, pois pelo acordo de líderes e pelo regimento apenas os partidos dos blocos podem ser contemplados com a presidência e as vices”, explicou Feliciano.
O acordo teria sido proposto para articular a eleição do deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), que assumiu a frente da comissão nesta quinta-feira (12) tendo sido candidato único a disputar o cargo. Pimenta obteve 14 dos 17 votos dados, sendo três votos em branco. Ele substituirá o deputado Assis do Couto (PT-PR), que havia derrotado o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) em 2014.
A Comissão de Direitos Humanos é uma das principais comissões da Câmara e nela que tramitam os estudos em relação a projetos que beneficiam a comunidade LGBT. Apesar de ser maioria no colegiado, a Frente Parlamentar Evangélica foi obrigada a seguir o acordo de líderes que dividiu o comando das comissões da Casa entre os partidos.Foi o novo presidente da comissão quem tentou costurar o apoio para levar Feliciano e Wyllys às respectivas vice-presidências, mas o acordo não foi bem recebido pela bancada evangélica. Deputados da Frente Parlamentar Evangélica chegaram a criticar a sugestão, pois os parlamentares tem visão antagônica e defendem bandeiras diferentes.

Rede Globo é a maior patrocinadora da imoralidade no Brasil, diz Malafaia


          No capítulo de estreia de sua nova novela, “Babilônia”, a Rede Globo mostrou um beijo lésbico protagonizado por duas veteranas da TV, Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg, gerando muitos comentários.
Para os progressistas a emissora mostrou mais uma história de amor entre pessoas do mesmo sexo, mas para os conservadores a emissora repetiu sua fórmula de doutrinar os telespectadores.
Malafaia faz parte desses críticos da emissora e em um texto afirmou que a Globo é a maior patrocinadora da imoralidade no Brasil. “Entra novela e sai novela é a uma verdadeira apologia ao homossexualismo e a todo o tipo de perversão moral. Não tenho nenhuma dúvida que a Rede Globo é a maior patrocinadora da imoralidade e do homossexualismo no Brasil”.
O líder religioso compara a TV brasileira com a americana, onde programas como essas novelas não teriam espaço. “Nos EUA, que é o país mais democrático do mundo, não existe nenhuma possibilidade que entre às 21h e 22h, quando ainda muitas crianças e adolescentes estão acordados, a televisão mostre a imoralidade como a TV brasileira mostra”, escreve.
Para ele é preciso diferenciar liberdade de libertinagem, pois “toda sociedade que não tem limites se autodestrói”. Crítico ferrenho do ativismo gay, Malafaia se tornou um dos maiores inimigos do grupo e enfrenta inúmeras perseguições por se posicionar contra os interesses dessas instituições.
Mas no caso das novelas, o religioso critica a emissora que tem provado em suas últimas produções que pretende vender o homossexualismo na TV. “A Rede Globo tem contribuído para a destruição de valores morais fundamentais para o bem-estar da sociedade, isso é uma afronta a família, uma afronta as crianças e aos adolescentes, a imoralidade que esse veículo de comunicação tem propagado para a sociedade.”


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ator Kevin Sorbo, que interpretou o Hércules da TV, afirma que “cristãos são atacados em Hollywood”


O ator norte-americano Kevin Sorbo, que é conhecido no Brasil por ter interpretado Hércules na famosa série de TV produzida nos anos 90, é sempre lembrado pela mídia nos Estados Unidos por seu lado cristão, e por suas fortes declarações sobre sua fé.
Recentemente, o ator causou polêmica em uma entrevista à CNSNews, na qual descreveu como que concilia o cristianismo com a fama, e afirmou no mundo dos famosos em Hollywood
 você pode sofrer preconceito por ser cristão.
– Eu acho que ser um conservador em Hollywood ou ser um cristão em Hollywood, você é atacado – destacou o ator, cujo mais recente papel que teve destaque no Brasil foi o do professor Jeffery Radisson, no filme “Deus Não Está Morto” (God’s Not Dead, no original em inglês).
Ele criticou a forma com que a mídia prioriza os assuntos, de uma forma que ele afirma não ser importante para a sociedade. Segundo Sorbo, a imprensa prefere abafar determinados assuntos para priorizar outros não tão relevantes.

– É tão estranho pra mim que a mídia se senta para proteger as coisas que protegem, ou ignorar as coisas que ignoram, e vão atrás de histórias como aquecimento global [por exemplo], tratando como mais importante do que está acontecendo no mundo agora com estes terroristas – afirmou o ator durante a entrevista.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Silas Malafaia ataca O Globo por dar ênfase ao público da Parada Gay e menosprezar Marcha para Jesus


No último domingo, 16 de novembro, foi realizada a edição carioca da Parada Gay, e os principais veículos de imprensa noticiaram que a Polícia Militar estimou o público presente no evento em torno de 1 milhão de pessoas.
O pastor Silas Malafaia usou seu Twitter, na última segunda-feira (17) para contestar a informação, veiculada dentre outros, pelo jornal O Globo.
Para o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o impresso do Grupo Globo vem sendo tendencioso ao dar preferência à manifestação da militância homossexual e preterir os eventos realizados por evangélicos na Cidade Maravilhosa.
“Vergonhoso! O Globo a serviço da causa gay. A Marcha para Jesus, o número de participantes só o que a PM dá. Na Parada Gay, [informam o número de participantes estimado pelos] responsáveis. 1 milhão de pessoas na Parada Gay, só nas contas dos ativistas e do jornal O Globo, que repete o que eles falam. Jornalismo fajuda (sic) e parcial”, esbravejou Malafaia.
Nos tuites seguintes, Malafaia também acusou os responsáveis pelo jornal O Globo de estarem a serviço da agenda homossexual.

“Sectarismo de O Globo é fácil de perceber. Na Marcha para Jesus, segundo a PM 600 mil, 2 linhas medíocres no jornal. Já na Parada Gay… é só ver. Jornalismo imparcial é aquele que dá notícia dos fatos que estão acontecendo, independente de quem produz. Não é o caso de O Glogo. O jornal sempre esteve a serviço da causa gay, quem acompanha nos últimos 2 anos suas reportagens, sabe que estou falando a verdade”, finalizou o pastor.

Bancada evangélica tenta derrubar projeto que inclui casamento gay no conceito de família


O conceito de família vem sendo debatido no Congresso Nacional através de dois projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional, e a polêmica em torno do assunto deverá se estender por muitos meses.
Embora tenham nomes parecidos – um se chama Estatuto da Família e o outro Estatuto das Famílias – os projetos são muito diferentes em seu conteúdo. O primeiro defende o conceito de família tradicional, enquanto o segundo abrange as uniões homossexuais e adoção de crianças por esses casais.
Na Câmara dos Deputados, tramita o Estatuto da Família sob a sigla PL 6.583/13, de autoria do deputado Ronaldo Fonseca (PROS-DF), e segue a definição que consta da Constituição Federal, de que a família é o núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, por meio de casamento, união estável ou comunidade formada pelos pais e seus descendentes.
Já no Senado tramita o Estatuto das Famílias, sob a identificação PLS 470/13, de autoria da senadora Lídice da Mata (PSB-BA), pretende rever o conceito já presente na Constituição Federal, reconhecendo o casamento gay e as relações homoafetivas como entidade familiar.
“Eu estou colocando no relatório a proibição da adoção [por casais do mesmo sexo]. Se o Artigo 227 (da Constituição Federal) diz que a família é para proteger a criança, como é que dois homens, duas mulheres que são homossexuais que dizem serem pais, querem adotar? Adotar para satisfazer a eles ou a criança? A adoção é para contemplar o direito da criança, não do adotante”, argumenta Fonseca, que integra a bancada evangélica na Câmara.
A Câmara dos Deputados vem realizando uma enquete para conhecer a opinião da população sobre o conceito de família, e o resultado até o fechamento desta matéria apontava um empate técnico, com 48,49% dos participantes manifestando-se favoráveis à definição de que família é formada por um homem, uma mulher, e seus filhos. 51,2% se manifestaram contra essa definição.
“Aquela enquete deve ser vista apenas pela força de mobilização e não de opinião. Uma [mesma] pessoa pode votar várias vezes, inclusive os ativistas homossexuais têm escritório só pra fazer isso, mas é interessante ver que a sociedade está mobilizada”, minimizou o deputado.